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    Argentina

    Bariloche: Melhor Época, O Que Fazer e Como Ir em Grupo

    Bariloche fica no coração da Patagônia argentina, dentro do Parque Nacional Nahuel Huapi, e é um dos destinos mais completos da América do Sul: lagos de água azul-turquesa, cordilheira dos Andes na janela, chocolate artesanal na rua principal e cerveja de microcervejaria em cada esquina. Funciona bem tanto no inverno (esqui no Cerro Catedral) quanto no verão (trekking, kayak e Circuito Chico), o que a torna uma das poucas cidades sul-americanas com alta temporada dupla.

    Para o público brasileiro, Bariloche costuma ser o primeiro contato com a Patagônia — a distância é longa, mas a infraestrutura é sólida, a comunicação em português funciona na maioria dos hotéis e a comida é familiar (muita massa, muita carne, muito doce de leite). Por isso ela aparece na maior parte dos roteiros rodoviários que atravessam os Andes.

    Melhor época pra ir a Bariloche

    As duas janelas mais fortes são junho a setembro (inverno, com neve garantida no Cerro Catedral entre julho e agosto) e dezembro a março (verão, com dias longos, temperaturas amenas e lagos abertos pra navegação). Abril e maio pegam o outono na Patagônia — menos gente, folhagem amarela e vermelha, e preços mais baixos, mas alguns passeios de altitude podem estar fechados por clima.

    Setembro e outubro entram como meia-estação: a neve ainda cai eventualmente, o Cerro Catedral pode ter esqui até o começo de outubro, e a floração já começa nos vales. É a janela mais indicada para quem quer ver as duas caras da Patagônia na mesma viagem.

    O que fazer em Bariloche

    O passeio obrigatório é o Circuito Chico — um trajeto de cerca de 60 km que passa por Playa Bonita, Cerro Campanario (vista aérea considerada uma das mais bonitas do mundo pela National Geographic), Bahía López e Punto Panorámico. Em um dia dá pra fazer com tempo para fotos e um almoço à beira do lago.

    No inverno, o Cerro Catedral concentra o esqui e o snowboard, com mais de 100 km de pistas. Fora da temporada de neve, o mesmo teleférico funciona como mirante. Outros clássicos: Isla Victoria e Bosque de Arrayanes (navegação de dia inteiro pelo Nahuel Huapi), Colonia Suiza (feira artesanal aos domingos e quartas), e o Cerro Otto com seu restaurante giratório.

    Na cidade, a Avenida Bustillo concentra as melhores cervejarias e chocolaterias — Rapa Nui, Mamuschka e Havanna são as mais tradicionais. Reservar jantar no Centro Cívico com vista pro lago é regra.

    Como chegar em Bariloche em grupo

    Saindo do Brasil, as duas rotas mais usadas são: aéreo até Buenos Aires + voo doméstico até o aeroporto de Bariloche (BRC), ou rodoviário atravessando o sul do Brasil, entrando pela Argentina e cruzando os Andes por terra. A rota rodoviária é a mais escolhida por quem quer conhecer também Puerto Varas, Puerto Montt e os Lagos Andinos chilenos na mesma viagem — Bariloche vira parada natural no meio do circuito.

    Ir em grupo com guia acompanhante resolve os pontos que travam quem vai por conta: câmbio (Argentina tem cotação paralela e dólar-blue), fronteira Argentina-Chile em Cardenal Samoré (que pode fechar por neve), aluguel de equipamento no Catedral, e reserva antecipada dos passeios que esgotam com semanas de antecedência.

    Viagens em grupo que passam por Bariloche

    Perguntas frequentes sobre Bariloche

    Qual a melhor época pra ir a Bariloche?

    Depende do que você quer ver. Para neve e esqui, julho e agosto são os meses mais garantidos no Cerro Catedral. Para dias longos, trekking e navegação nos lagos, dezembro a março. Setembro e outubro são a meia-estação com melhor custo-benefício e cara dupla da Patagônia (neve residual + primavera).

    Quantos dias ficar em Bariloche?

    Três dias cobrem o essencial (Circuito Chico, Cerro Catedral ou Otto, e a cidade). Cinco dias permitem incluir Isla Victoria + Bosque de Arrayanes e Colonia Suiza sem correria. Em roteiros regionais, Bariloche costuma entrar como uma parada de 3 a 4 noites dentro de um circuito maior de Lagos Andinos.

    Quanto custa uma viagem pra Bariloche em grupo?

    Pacotes rodoviários da MaxxiTours que passam por Bariloche dentro do circuito de Lagos Andinos e vulcões (Argentina e Chile) partem da faixa de investimento divulgada em cada saída, com hotel, transporte, guia acompanhante e principais passeios inclusos. Vale conferir a página da viagem, porque o valor varia por temporada e cidade de embarque.

    Como chegar em Bariloche saindo do Brasil?

    Duas opções principais: (1) voo até Buenos Aires e conexão doméstica até o aeroporto de Bariloche (BRC), com tempo total de 6 a 9 horas dependendo da escala; (2) rodoviário saindo do sul do Brasil, atravessando Argentina e cruzando a Cordilheira dos Andes — rota usada nos pacotes rodoviários em grupo, que costumam combinar Bariloche com Puerto Varas e os Lagos Andinos chilenos.